quarta-feira, dezembro 30, 2009

Lost

What was I waiting for Waiting for the bubble to burst Over your stagnant pauses Can?t cure what your devil don?t see Or light a fire below the death of me We?ve shot through all over our causes Days spin through my heart That sever the love Kill all the pain with shame I won?t be lost without you I?ve found a way to get through Now I?m up and running Strong enough to walk away And leave you all alone I won?t be lost What were you waiting for Waiting for the straw to break Over the back of desperate ways You were a dream to me Now you?re nothing but a heart that bleeds I?ll wash you off and carry on (Repeat bridge and chorus) And when I see you I find another reason To keep myself from getting lost in you Votos de liberdade pra 2010 :)

segunda-feira, dezembro 28, 2009

Festas natalícias matam!


Na verdade, não são as festas que matam mas o nosso descuido na alimentação e hábitos. Era bom que houvesse a preocupação com isso, mas as mesas fartas, coloridas e o calor humano continuam a exercer pressão sobre as moderações e aí, entramos na derrapagem e nos perigos do radicalismo.
Aqui em anexo um video explicativo de como o colesterol alterado pode provocar danos fatais ao nosso organismo. Boas festas com saúde.

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Casos reais silenciados



Onde a dor convive, lado a lado, com a hipocrisia, com o status, com a vergonha e a patologia.
Somos fracos, mas somos essencialmente fortes nas fraquezas. Porque somos humanos?
O cancro na mama limita-nos as expectativas de vida e, sabermos lidar com essa diminuição é já de si um bonus para caminhos dificeis. Quando, ao nosso lado, e frise-se ser um profissional de saúde, vive um homem que "salva" a vida de outros e nos submete a uma tortura psicológica, o bonus acresce-se em dificuldade e savoir fair. A vida de quantos neste reduto ameaçada?Sob a mortalha do silêncio, sob a aparência da felicidade? Que preço temos de pagar? Que humanidade resiste em nós e qual se extingue e porquê?
Se tiver conhecimento de abusos, é seu dever informar. Ou deduz-se daí cumplicidade. Não queiramos ser cúmplices.
Não cale, grite. O problema da violência não é seu mas de todos.

segunda-feira, novembro 30, 2009

Swine Flue Scandal, mere Propaganda?

A Dra. Rauni Kilde (ex-ministra da Sa�de da Finl�ndia) explica. E n�s gostamos de saber.

terça-feira, novembro 17, 2009

Exig�ncia vs Ousadia

A carta foi em resposta a an�ncio publicado em site famoso de procura e oferta de trabalho nacional... O jovem j� merecia o cargo, se o quisesse! Assim anda o mercado de trabalho...

Um jovem rec�m licenciado na �rea leu-o e achou que devia responder � letra!
A Revista Vis�o de 16 de Julho publica um artigo sobre o jovem que
deu esta resposta!

A XXXXXXXXXX est� a aceitar candidaturas para est�gio na �rea de Design
Requisitos Acad�micos: Finalista ou rec�m-licenciada(o) em Design
Compet�ncias pessoais :
* Poder de comunica��o;
* Iniciativa;
* Auto-motiva��o;
* Orienta��o para resultados;
* Capacidade de planeamento e organiza��o;
* Criatividade
Compet�ncias t�cnicas:
Conhecimentos nos seguintes programas/linguagens
� Adobe Photoshop,
� InDesign,
� Illustrator (FreeHand e Corel Draw) Flash,
� Dreamweaver,
� Premiere,
� AfterEffects,
� SoundBooth,
� SoundForge,
� AutoCad,
� 3D StudioMax
� HTML (basic),
� ActionScript 2.0 (basic),
� CSS,
� XML.
Remunera��o: Est�gio Remunerado
Dura��o: 6 meses, com possibilidade de integra��o na equipa

Portanto, e resumindo, esta empresa quer um rec�m-licenciado que saiba
de origem 13 softwares e 4 linguagens de programa��o. Isto � o pa�s em
que vivemos.
N�o me ficando atr�s perante esta p�rola, decidi responder no mesmo estilo.
Eis o que lhes respondi:

Boa noite,
Estou a entrar em contacto para responder ao an�ncio colocado no site
Carga de Trabalhos para a posi��o de estagi�rio em Design.
Chamo-me Andr� Sousa, tenho 25 anos e sou um rec�m licenciado em
Design de Equipamento (Fac. Belas Artes de Lisboa).
Sou extremamente comunicativo, transbordo iniciativa e auto-motiva��o,
estou constantemente orientado para os objectivos como uma b�ssola
para o Norte (magn�tico), sou mais planeado e organizado que o
Secret�rio de Estado de Planeamento e Organiza��o e sou um diamante da
criatividade como j� devem ter percebido e como v�o poder comprovar
nas pr�ximas linhas.
Quanto aos conhecimentos t�cnicos:
Sou um mestre em Adobe Photoshop.
Conhe�o o InDesign por dentro e por fora.
O Illustrator, Freehand, Corel e o Flash s�o os meus brinquedos do dia
a dia, fa�o o que quiser com eles.
Nem me ponham a falar do Dreamweaver, at� de olhos fechados...
Premiere... At� sonho com ele!
AfterEffects tem um lugar especial no meu cora��o.
Fa�o umas coisas bem maradas com o SoundBooth e o SoundForge.
Com o Autocad e o 3d Studio Max at� vos fa�o duvidar dos vossos pr�prios olhos.
Html, Action Script 2.0, CSS e XML s�o as linguagens do meu mundo.
Mas sejamos francos, qualquer estudante de 1� ano sabe de cor e
salteado qualquer um destes 13 softwares e 4 linguagens de
programa��o...
Eu sou um rec�m finalista. E como tal tenho muito mais para oferecer:
Tenho conhecimentos de Cinema 4D, Maya, Blender, Sketch Up e Paint ao
n�vel de guru.
Tenho conhecimentos mega-avan�ados de C+, C, C++, C+ ou -, Java,
JavaScript, Ruby on Rails, Ruby on Skates, MySQL, YourSQL,
Everyone'sSQL, Action Script 3.0, Drama Script 3.0, Comedy Strip 3.0 e
Strip Tease 2.5, Ajax, Vanish Oxi Action, Oracle, Sonasol, XHTML,
Batman e VisualBasic.
Conhe�o o Office todo de tr�s pra frente assim como o Microsoft WC.
Domino o Flex ao n�vel do Bill Gates e mexo no Final Cut Pro melhor
que o Steven Spielberg.
Tenho ainda conhecimentos de grande amplitude em 4 softwares que est�o
a ser desenvolvidos por grandes marcas e tamb�m de 3 outros softwares
que ainda n�o foram inventados.
Falo 17 l�nguas, 5 das quais j� est�o mortas e 6 dialectos de povos
ind�genas por descobrir.
Com estes conhecimentos todos estou super interessado num est�gio
porque acho que ainda tenho muito para aprender e experi�ncia para
ganhar. Espero que ao fim de 6 meses tenha estofo suficiente para
poder fazer parte da vossa equipa e quem sabe lider�-la.
Fico ansiosamente � espera de uma resposta vossa.
Embora tenha uma oportunidade de emprego na NASA e outra no CERN
espero mesmo poder fazer parte da vossa equipa.

Cumprimentos,
A. S.

PS: Com um an�ncio desses, a pedir o que pedem a um rec�m-licenciado,
� uma resposta destas que merecem. Pe�o desculpa se feri
susceptibilidades mas n�o me consegui conter
.

segunda-feira, novembro 16, 2009

sábado, novembro 07, 2009

Este país não é para todos


E não deve ser! Porque a sorte bafeja uns e maltrata outros. Por acaso? Não me parece, depois de tão recente episódio da licenciatura do nosso primeiro ministro, depois de falar com amigos que não vêem equivalências efectuadas,a coisa passa-se cada vez mais assim. Há, efectivamente, quem consiga tirar uma pós-graduação (2004) antes da licenciatura (2005). A verdade, não precisas andar a queimar pestanas, se tiveres a sorte de teres apadrinhamentos, se tiveres boas relações com o governo, se andares perto do poder. Com vara ou sem ela, a coisa rula! A opinião a seguir é da autoria do Miguel Sousa Tavares. Num tempo de chamar os bois pelos nomes e não andar em sapatinhos de lã. Pague-se o bife, mas já agora saboreie-se!
*"O Factor Vara"... Miguel Sousa Tavares**

Toda a 'carreira', se assim lhe podemos chamar, de Armando Vara, é uma história que, quando não possa ser explicada pelo mérito (o que, aparentemente, é regra), tem de ser levada à conta da sorte. Uma sorte extraordinária. Teve a sorte de, ainda bem novo, ter sentido uma irresistível vocação de militante socialista, que para sempre lhe mudaria o destino travado de humilde empregado bancário da CGD lá na terra.
Teve o mérito de ter dedicado vinte anos da sua vida ao exaltante trabalho político no PS, cimentando um currículo de que, todavia, a nação não conhece, em tantos anos de deputado ou dirigente político, acto, ideia ou obra que fique na memória.
Culminou tão profícua carreira com o prestigiado cargo de ministro da Administração Interna - em cuja pasta congeminou a genial ideia de transformar as directorias e as próprias funções do Ministério em Fundações, de direito privado e dinheiros públicos. Um ovo de Colombo que, como seria fácil de prever, conduziria a multiplicação de despesa e de "tachos" a distribuir pela "gente de bem" do costume. Injustamente, a ideia causou escândalo público, motivou a irritação de Jorge Sampaio e forçou Guterres a dispensar os seus dedicados serviços.
E assim acabou - "voluntariamente", como diz o próprio - a sua fase de dedicação à causa pública. Emergiu, vinte anos depois, no seu guardado lugar de funcionário da CGD, mas agora promovido por antiguidade ao lugar de director, com a misteriosa pasta da "segurança". E assim se manteve um par de anos, até aparecer também subitamente licenciado em Relações Qualquer Coisa por uma também súbita Universidade, entretanto fechada por ostensiva fraude académica.
Poucos dias após a obtenção do "canudo", o agora dr. Armado Vara viu-se promovido - por mérito, certamente, e por nomeação política, inevitavelmente - ao lugar de administrador da CGD: assim nasceu um banqueiro.
Mas a sua sorte não acabou aí: ainda não tinha aquecido o lugar no banco público, e rebentava a barraca do BCP, proporcionando ao Governo socialista a extraordinária oportunidade de domesticar o maior banco privado do país, sem sequer ter de o nacionalizar, limitando-se a nomear os seus escolhidos para a administração, em lugar dos desacreditados administradores de "sucesso". A escolha caiu em Santos Ferreira, presidente da CGD, que para lá levou dois homens de confiança sua, entre os quais o sortudo
dr. Vara. E, para que o PSD acalmasse a sua fúria, Sócrates deu-lhes a presidência da CGD e assim a meteórica ascensão do dr. Vara na banca nacional acabou por ser assumida com um sorriso e um tom "leve".
Podia ter acabado aí a sorte do homem, mas não. E, desta vez, sem que ele tenha sido tido ou achado, por pura sorte, descobriu-se que, mesmo depois de ter saído da CGD, conseguiu ser promovido ao escalão máximo de vencimento, no qual vencerá a sua tão merecida reforma, a seu tempo. Porque, como explicou fonte da "instituição" ao jornal "Público", é prática comum do "grupo" promover todos os seus administradores-quadros ao escalão máximo quando deixam de lá trabalhar.
Fico feliz por saber que o banco público, onde os contribuintes injectaram nos últimos seis meses mil milhões de euros para, entre outros coisas, cobrir os riscos do dinheiro emprestado ao sr. comendador Berardo para ele lançar um raide sobre o BCP, onde se pratica actualmente o maior spread no crédito à habitação, tem uma política tão generosa de recompensa aos seus administradores - mesmo que por lá não tenham passado mais do que um par de anos. Ah, se todas as empresas, públicas e privadas, fossem assim, isto seria verdadeiramente o paraíso dos trabalhadores!
Eu bem tento sorrir apenas e encarar estas coisas de forma leve. Mas o 'factor Vara' deixa-me vagamente deprimido. Penso em tantos e tantos jovens com carreiras académicas de mérito e esforço, cujos pais se mataram a trabalhar para lhes pagar estudos e que hoje concorrem a lugares de carteiros nos CTT ou de vendedores porta a porta e, não sei porquê, sinto-me deprimido. Este país não é para todos.
P.S. - Para que as coisas fiquem claras, informo que o sr. (ou dr.) Armando Vara tem a correr contra mim uma acção cível em que me pede 250 000 euros de indemnização por "ofensas ao seu bom nome". Porque, algures, eu disse o seguinte: "Quando entra em cena Armando Vara, fico logo desconfiado por princípio, porque há muitas coisas no passado político dele de que sou altamente crítico". Aparentemente, o queixoso pensa que por "passado político" eu quis insinuar outras coisas, que a sua consciência ou o seu invocado "bom nome" lhe sugerem. Eu sei que o Código Civil diz que todos têm direito ao bom nome e que o bom nome se presume. Mas eu cá continuo a acreditar noutros valores: o bom nome, para mim, não se presume, não se apregoa, não se compra, nem se fabrica em série - ou se tem ou não se tem.
O tribunal dirá, mas, até lá e mesmo depois disso, não estou cativo do "bom nome" do sr. Armando Vara. Era o que faltava! Acabei de confirmar no site e está lá, no site institucional do BCP. Vejam bem os anos de licenciatura e de pós-graduação!!!!! :
- Armando António Martins Vara
Dados pessoais:
Data de nascimento: 27 de Março de 1954
Naturalidade: Vinhais - Bragança
Nacionalidade: Portuguesa
Cargo: Vice-Presidente do Conselho de Administração Executivo
Início de Funções: 16 de Janeiro de 2008
Mandato em Curso: 2008/2010
Formação e experiência Académica Formação: 2005
- Licenciatura em Relações Internacionais (UNI)
2004 - Pós-Graduação em Gestão Empresarial (ISCTE)
http://www.millenniumbcp.pt/pubs/pt/grupobcp/quemsomos/orgaossociais//article.jhtml?articleID=217516
<http://www.millenniumbcp.pt/pubs/pt/grupobcp/quemsomos/orgaossociais/article.jhtml?articleID=217516>

Extraordinário....
CV de fazer inveja a qualquer gestor de topo, que nunca tenha perdido tempo em tachos e no PS !
Conseguiu tirar uma Pós-graduação ANTES da licenciatura...
Ou a pós-graduação não era pós-graduação ou foi tirada com o mesmo professor da licenciatura, dele e do Eng . Sócrates... e viva o BCP e o seu "bom nome" !!!Era o que faltava!

sexta-feira, novembro 06, 2009

O sucesso na reconversão de um avc



A fonte da Lucinha veio daqui e é importante, na medida em que, aos sobreviventes de um avc convém sair do acidente com o menos de danos possíveis. Tudo isso depende da rapidez e eficiência com que se atende o paciente em questão. Para aceder á página da Lúcia, a referência é Só quero ser.
É importante a divulgação e a Psicologia, auxiliada pelo modelo de Saúde Preventiva, a par da Neurologia e outras disciplinas que visam o mesmo estudo, vêem aqui o seu papel activo através da prevenção primária...
Se o futuro paciente ou familiar do mesmo conhecer os sinais e sintomas associados a este acidente vascular cerebral, poderá actuar em tempo útil e, tempo é fundamental neste processo, porque depois, depois acarreta outro tipo de terapia e limitações à vida.

sexta-feira, outubro 23, 2009

Idosos burlados



O grito vem da App. Espreitem o alerta e os motivos para esta sensibilização.

Quando o matrimónio apresenta sinais de ruptura


Uma das soluções passa pelo psicólogo. Mas há os que vêem luz no fundo do túnel e outros que vêem tunel no fundo da luz. Deve ser o último o meu caso. O Miguel Couto (controlador aéreo) capta as pérolas no ar e eu aterrisso-as no blog. Boa tarde pr'os cibernautas. Ah, não se esqueçam do guarda-chuva. É que vai chover todo o fim de semana.
Marido e mulher vão ao psicólogo, após 20 anos de matrimónio. Quando são questionados sobre o problema, a mulher faz uma lista longa e detalhada de todos os problemas que teve durante os 20 anos de matrimónio: ... pouca atenção, falta de intimidade, vazio, solidão, não se sentir amada, não se sentir desejada... A lista é interminável. Quando ela termina de ler a lista, o terapeuta levanta-se, aproxima-se da mulher, pede a ela que páre, dá-lhe um abraço e beija-a apaixonadamente enquanto o marido os observa, desconfiado... A mulher fica muda e senta-se na cadeira, meio aturdida...
O terapeuta dirige-se ao marido e diz-lhe: "Isto é o que sua esposa necessita pelo menos 3 vezes por semana. Pode fazê-lo?"
O marido medita um instante e responde: "Bem, posso trazê-la aqui ás segundas e quartas... Mas ás sextas tenho futebol".

PS: Há casamentos que não vão lá (não  me refiro ao psicólogo, mas ao futuro) nem com sabão clarim!

quarta-feira, outubro 21, 2009

Igai desmascara a falsa segurança do cidadão



Não sei se isto é circunstancial ao nosso país de "costumes brandos", de dois pesos e duas medidas. Se calhar, não! O abuso de poder sempre foi extensível a muitas alçadas, quiça todas. Mas a questão de segurança não pode ser uma falsa questão. Das duas uma: Ou se regularizam os excessos com medidas punitivas ás ditas cujas entidades de segurança pública (Psp, Gnr, Pm, Goy...) ou se aceita do povo e, na mesma medida, fazer justiça pelas próprias mãos. Qualquer dia, estamos no país do fun-ga-ga da bicharada. O inspector-geral da Administração Interna esquivou-se a comentar. Porque estava, por certo, muito ocupado com o discurso que vai ter que fazer de justificação por tão altos níveis de violência provocados por estas forças no país. As armas de fogo da polícia este ano (?) já mataram 28 civis. E as queixas contra as mesmas entidades aumentaram 46%...Caso pra reflectirmos? Só espero não vir a ser uma das vítimas do sistema! Tomara que a Igai não venha a padecer da mesma falta de transparência da Asae. Que sejam isentos os 15 inspectores!Para um universo de 50.000 agentes, que os 7 que estão "ausentes" não façam falta pra que a justiça seja feita e a responsabilização idem. Que se poupe nos efectivos e se remedeie a questão, o de sempre!Para este mesmo universo, existem 2, quiça 4 psicólogos, para compensarem os índices motivacionais, depressores, stressantes, violentos, de alcoolismo etc existentes na camada. Sim, porque os polícias, pode não parecer, mas são humanos ;)
Quem tem medo do Lobo Mau? Eu não, eu não!!!

quinta-feira, outubro 15, 2009

Hubble capta colisão de galáxias

Hubble capta colisão de galáxias Shared via AddThis

Salvar telemóvel molhado?

Receita em tempo útil :)...foi o Miguel Couto que me enviou e, como já me aconteceu isto e não soube o que fazer (foi pró lixo o tlm), creio que pode ser uma ideia a usar.

(1) Basta pegar no aparelho, secar bem, retirar a bateria e colocá-lo num recipiente cheio de arroz cru. (2) Não use secador de cabelo. Assistências técnicas aconselham evitá-lo, já que o ar quente pode danificar os componentes do telefone. (3) "O arroz tem a propriedade de absorver água pois é rico em amido, que possui uma forte afinidade eléctrica com as moléculas de água e acaba por as atrair", afirma Maria Cristina dos Santos, professora do Instituto de Física da USP. E devem lembrar-se do velho truque de colocar arroz no saleiro para evitar que o sal fique em pedra devido à humidade. Por isso, funciona

Ah... deitem o arroz fora depois, OK????

Vamos levar à letra o humor?

Quando a Erva parece mais verde do outro lado da cerca ....... por vezes ocorre que metes a cabeça demasiado para experimentar ..... e quando te dás conta de que estás até ao pescoço numa situação da qual é difícil sair, há uma coisa que sempre deves lembrar .... Nem todos os que aparecem é para ajudar !!!!!!!!

quarta-feira, outubro 14, 2009

terça-feira, outubro 13, 2009

The fun theory

Quando a Psicologia se une ao marketing na tentativa de melhorar a saúde,de diminuir o sedentarismo, a coisa vai que vai. Aqui resultou. Em Estocolmo. A ver melhor no video abaixo.

A quem trabalha na área - saúde - e, na psicologia, especialmente, sabe que os técnicos, desde há muito, em matéria de prevenção, desataram a trabalhar a prevenção primária e secundária como grandes prioridades do modelo de Saúde Mental aplicado desde há uns anitos a esta parte, em todo o mundo e em todas as áreas. Se ás vezes a coisa resulta, muitas das vezes, por comodismo ao mau, a cêpa torta jamais se endireita. Diz não ás rolantes e opta pelas velhas escadas, resultou na perfeição e, então, é melhor espreitares como a coisa funcionou. (Fez-me lembrar a coisa do abraço que pegou o mundo todo, o da dança, etc. Campanhas que resultam temporariamente, até que os velhos hábitos ganhem de novo o palco por falta de praticidade dos novos.)O video enviado por Maguel.

terça-feira, outubro 06, 2009

País envergonhado da treta

Fui à uns dias atrás encomendar duas toneladas de lenha (se vivesse na cidade, não necessitaria, lá não é tão frio), para as lareiras. Prevendo um inverno igual ao passado, não chegarão. Onde eu queria chegar era noutro sítio que não a matança das árvores ou incêndios. Que é o de menos, se tivermos em consideração outras coisas. Como por exemplo, o sr. Bernardino que é lenhador há mais de 50 anos, nunca fez outra coisa na vida, assim como a esposa, vergam a mola todo o santo dia e nem no verão descansam! Disse ele, e muito bem, que são gastos mais de 55 milhões de contos pra campanhas etc e tal e anda o país a tinir, de bolsos furados e casaco vison. Vivam as aparências que é como quem diz: portugueses endividados, iludidos com uma saída de crise. O sr. Bernardino deve ter os seus 70 e tais. Disse ele, ainda, que na altura em que andava na tropa, já estava casado, a esposa ia ao quartel (no tempo de Salazar, pois) buscar a pensão e nunca foi incomodada. Hoje as mulheres não podem sair à rua, sem correrem o risco de ser abordadas por cavalheiros sem cavalheirismo nenhum ( e eu vou mais longe, mas não digo nada ao Sr. Bernardino sobre isto, é que as mulheres são maltratadas em casa e não só fora) e, pra além da educação que não existe ou escasseia, nem da saúde que não se tem (filas nos centros de saúde a partir das 7 horas da matina, a vergonha estende-se ao trabalho, que os desempregados de subsidios em riste são chupistas e preguiçosos, bando de ladrões e chulos, que passam horas no café a ler a coluna dos (des)empregos, só pra poderem passar na coluna das massagens ucranianas e que esses são os que vão tendo dinheiro pra café e tabaco. Porque o resto está tudo, virgem, de mal a pior, argolados e empenhados nos bancos, sem crédito a meio do mês, com colégios caríssimos pra pagar e coisa e tal, e ainda vão fazer fins de semana prolongados a estâncias termais e coisa e tal!!! O país da treta. Que bando de gente que não sabe o que é a vida!

Eu não sou salazarista. Nem anárquica. Mas acho que o senhor Bernardino deve ter razão. Porque empregos estão pela hora da morte, trabalho só pesado e mal pago e dívidas são aos magotes. Não, eu não passo fins de semana em estâncias balneares, mas tenho que contar o dinheiro e tem que bater certo ao final do mês, pra pagar à padeira, o gás, o telefone, a internet, a luz, as despesas escolares do Tomás e as minhas pessoais, os cães, as galinhas, os gatos, encher o frigorífico e arca pró mês. O Sócrates não obteve a maioria e, francamente, começo a achar que os zunzuns que ouvi ácerca de novas eleições não devem estar longe da verdade. Se não há ninguém qualificado pra governar o país, o melhor é importar-se massa encefálica, gente com "eles" no sítio, porque li ainda agora que a Cáritas vai dar vales refeição para uma pobreza envergonhada que se esconde, com receio de perder o pouco que lhes resta, a dignidade. Mas, se é indigno ser-se pobre, não é mais indigno ser-se rico à custa da pobreza alheia? Ocorre-me sempre uma e mesma ideia: Ou se arranjam alternativas para este país ou ele afunda e vamos achar, afinal, que não era tão mau sermos espanhois!

domingo, setembro 20, 2009

Sobre Globalização

Não sei se é urgente, errática, utópica ou real. mas sei que aqui podes encontrá-la, livre de escolhos. O mundo cabe lá, nem me perguntes como!! Ciência e política, humor e turbulências, digestões e congestões temporárias. Não é regionalista, nem bairrista, nem tradicionalista, nem nacionalista. É mais abrangente ;)

Informar é prevenir

O site é brasileiro e o conhecimento universal. Sobre linfomas.

Aprendizagens difíceis

Este vídeo aconteceu numa reunião das Nações Unidas sobre Ambiente. E a professora é uma criança de 11 anos e a aula sobre humanidade aconteceu há, pelo menos, um ano atrás. Que mudanças e reflexões posteriores? Let's hope more like her. Let's hope her grown.

sexta-feira, setembro 18, 2009

Congresso de Enfermagem App

A temática de fundo prende-se com o futuro nos cuidados do idoso e é dirigido a quem tem, no seu dia-a-dia de tratar com idosos, uma especialidade em geriatria ou simplesmente, vontade de actualizar conhecimentos que todos os dias são novos. De Doelen. Rotterdam. Na Holanda. Para saberes mais, clica neste link que deixo. Vai valer a pena...http://www.rotterdam2010.eu/pages/index.html
Este congresso acontecerá para o ano, entre os dias 4 e 7 de Outubro (2010, portanto) e a ficha de inscrição encontra-se no link acima.

terça-feira, setembro 15, 2009

O que é verdade sobre H1N1 e derivados?

A calamidade já tem nome e até serve de abertura aos anos lectivos escolares. Não é que esteja mal apostar na prevenção, ao contrário, mas que é preciso haver discernimento dos técnicos nas informações que passam de laboratórios para os media, é. É que somos todos pessoas e pessoas a correrem riscos de saúde de igual modo. Recebi este email e nem posso dizer que seja de fonte indigna ou fidedigna. Não foi o Laboratório Baxter que mo enviou mas um técnico de saúde. Este tipo de emails são pavores detalhistas menores, face ao que os Media gritam a toda a hora. Vamos analisar e exigir rigor na informação, na prevenção, nas campanhas de sensibilização e educação cívica? Passo ao copy paste do email. "Eu não tomaria a vacina H1N1 pelo simples risco do síndroma GBS" -- Neurologista Britânico Um dos possíveis efeitos secundários da vacina H1N1 é o síndroma de Guillian-Barre, o síndroma que matou e incapacitou centenas da Americanos na campanha de vacinação H1N1 em 1979 com 500 casos confirmados deste síndroma, a vacina foi retirada do mercado 10 dias depois após vacinarem 48 milhoes de pessoas, tendo feito mais vitimas que o vírus H1N1. Este síndroma ataca directamente o sistema nervoso causando problemas de respiração, paralisia e até a morte. Esta gripe é comparada à gripe Espanhola de 1919 que matou mais de 20 milhões de pessoas. A gripe Espanhola é falada referindo o numero de mortes e não o numero de contaminados. A percentagem de morte foi de 2,5% o que significa que 97,5% dos contaminados recuperaram. A actual gripe A tem uma mortalidade de 0,05, o que significa que 99,95% dos contaminados recuperam. Isto significa que não há necessidade de arriscar os efeitos secundários de uma vacinação. Sabiam que a gripe Espanhola apareceu nos EUA após um programa de vacinação e que os únicos países não afectados foram os que não usaram essa vacina (info)? Sabiam que o primeiro efeito da vacina da gripe sazonal é apanhar uma ligeira gripe? Qual será o efeito da nova vacina H1N1? Sabiam que a primeira vacina há 150 anos para combater o Sarampo, desencadeou uma epidemia de Sarampo que matou centenas de milhares de pessoas? Sabiam que a organização mundial de saúde pode depor governos de 194 países do mundo por forma a impor uma vacinação pela força em caso de recusa popular? Os testes da vacina H1N1 já começaram nos EUA, mas não são testes em laboratórios, são testes em humanos onde as crianças estão a ser vacinas em casos específicos: 1- Com conhecimento dos pais: Quando os pais dão os filhos como voluntários para vacinação. 2- Sem o conhecimento dos pais: Quando autorizam a entrada dos filhos em desportos escolares, assinando autorizações sem as ler. Essas autorizações referem a vacinação teste como obrigatória. Inglaterra recebeu já 200,000 doses para começarem a testar na população e nos humanos não há sociedades que nos protejam de testes médicos, como fazem aos animais. Apesar de a gripe Suína em Inglaterra ter morto unicamente 5% em relação às que morrem de gripe normal, a vacina contra a gripe suína será obrigatória, a vacina normal não! Ora se fosse para nos ajudar, tornariam a vacina normal obrigatória e não a Suína. Nos EUA a loucura começou... Em alguns estados como Maryland, a vacina é obrigatória a todas as crianças, qualquer criança não vacinada não poderá frequentar a escola. Qualquer pai que se recuse a vacinar os seus filho, poderá ser preso por atentado contra a saúde pública. Mas em Massachusetts, quem recusar a vacina irá ser multado até 1.000 dólares por dia e em desobediência continuada será detido por 30 dias e vacinado compulsivamente. Vocês podem recusar a vacina, mesmo que o estado a torne obrigatória. O Estado tal como a policia existem e actuam por consentimento, a população tem de consentir por forma a dar-lhe o poder. Não consintam, pacificamente digam NÃO se acham que o devem dizer. Não há perigo, hoje afirmo-o. Se houvesse perigo da mistura entre o vírus da gripe suína e o vírus da gripe normal, teriam morrido milhões no hemisfério sul, sim pois o inverno está a acabar lá. Liguem a TV, alguém fala disso? Alguém vos diz que não existiram mortes fora do normal? No hemisfério sul nada aconteceu, tal como nada acontecerá aqui, mas a vacina tem efeitos secundários que podem até matar. O inverno deles tem os mesmos efeitos que o nosso e os dados vindos de lá, apontam para um numero normal de mortes quer da gripe sazonal quer da gripe suína. Vale a pena arriscar a saúde e a vida por causa de 0,05% de chances de contaminação mortal por H1N1? Façam as vossas contas!

sexta-feira, setembro 11, 2009

The story

Um olhar mais atento a todas as Kelseys pelo mundo fora.

quarta-feira, setembro 09, 2009

Referências gastronómicas

Onde? Por sugestão do Rogério, no Maçã, em Lavre, entre Montemor-o-Novo e Vendas Novas. Ao que parece, as leguminosas são de boa cultura doméstica.

sexta-feira, agosto 07, 2009

He ain't heavy, he's my brother

Urge fraternidade. A página é de um amigo do Brasil, a música dos The Hollies, amplamente conhecida e inspiradora, numa sociedade egocêntrica, diversificada e que peca na ausência de sensibilidade e fraternidade. O amor ainda existe. E como diz o João, se não te sentires irmão de ninguém, mesmo do teu próprio irmão e te deixares comover pelos testemunhos de quem é irmão, e da força da música significa que a colheita já foi feita no teu coração e o coração é terra fértil de onde brota sempre mais amor. Ouve e permite-se sentir alegria. Na página do João Luso lê o que inspirou a música dos The Hollies. Vale a pena.

sábado, julho 18, 2009

Missão Apollo Online

As novas tecnologias permitem tudo. Através da Nasa allive. Até estudos há, baseados em estatísticas sobre a vida familiar dos astronautas. OMFG. Coisas. Queres ir á Lua? Come on! Bom fds ;)

Pandemia ou conspiração?

sexta-feira, julho 17, 2009

Saídas pra entrar?

Podem ser 153 oportunidades reais ou fictícias. A fazer lembrar o jogo da cadeira. Que está sempre ocupada por fantasmas! Depois de clicares no título do post, deves procurar Instituto de Segurança Social. Uma luz ao fundo do túnel. Será luz, será túnel? Chuva não é certamente, e a esperança, ás vezes, bate assim!

quinta-feira, julho 09, 2009

É necessário estar preparado

Somos um país de coitadinhos, acomodados, obstinados e não só. Quando as coisas estão bem, não acreditamos e fazemos de tudo para abalar, quando o enterro vai no adro, não mexemos uma palha e adoramos criticar quem mexe. É uma filosofia de vida? Estou em crer que é menos social e mais individual, uma falha na natureza tuga. Talvez a culpa seja da localização geográfica. Talvez seja, antes, de um eczema nos neurónios na altura da concepção nacional ou então, pode ainda ter sido culpa dos louros e da projecção que tivemos na época dos descobrimentos... Ainda dentro da nossa natureza, levamos a vida numa perturbação bipolar, de casa pró trabalho, do trabalho prás férias, das férias pró sono! Coisas nossas!E vamos do rir ao chorar numa pernada só...alô tugolândia: - O futuro a Sócrates pertence?

sexta-feira, julho 03, 2009

Gulbenkian

Do futuro próximo e do prazer da cultura, em oficinas para miudos e graúdos.

domingo, junho 28, 2009

Urgências dispensam-se

Aqui (tugolândia) tudo fede e a culpa não é dos gatos.

quinta-feira, maio 28, 2009

sexta-feira, maio 22, 2009

Vitor Hugo

Desejo primeiro que você ame, E que amando, também seja amado. E que se não for, seja breve em esquecer. E que esquecendo, não guarde mágoa. Desejo, pois, que não seja assim, Mas se for, saiba ser sem desesperar. Desejo também que tenha amigos, Que mesmo maus e inconseqüentes, Sejam corajosos e fiéis, E que pelo menos num deles Você possa confiar sem duvidar. E porque a vida é assim, Desejo ainda que você tenha inimigos. Nem muitos, nem poucos, Mas na medida exata para que, algumas vezes, Você se interpele a respeito De suas próprias certezas. E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo, Para que você não se sinta demasiado seguro. Desejo depois que você seja útil, Mas não insubstituível. E que nos maus momentos, Quando não restar mais nada, Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé. Desejo ainda que você seja tolerante, Não com os que erram pouco, porque isso é fácil, Mas com os que erram muito e irremediavelmente, E que fazendo bom uso dessa tolerância, Você sirva de exemplo aos outros. Desejo que você, sendo jovem, Não amadureça depressa demais, E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer E que sendo velho, não se dedique ao desespero. Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e É preciso deixar que eles escorram por entre nós. Desejo por sinal que você seja triste, Não o ano todo, mas apenas um dia. Mas que nesse dia descubra Que o riso diário é bom, O riso habitual é insosso e o riso constante é insano. Desejo que você descubra , Com o máximo de urgência, Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos, Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta. Desejo ainda que você afague um gato, Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro Erguer triunfante o seu canto matinal Porque, assim, você sesentirá bem por nada. Desejo também que você plante uma semente, Por mais minúscula que seja, E acompanhe o seu crescimento, Para que você saiba de quantas Muitas vidas é feita uma árvore. Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro, Porque é preciso ser prático. Eque pelo menos uma vez por ano Coloque um pouco dele Na sua frente e diga `Isso é meu`, Só para que fique bem claro quem é o dono dequem. Desejo também que nenhum de seus afetos morra, Por ele e por você, Mas que se morrer, você possa chorar Sem se lamentar esofrer sem se culpar. Desejo por fim que você sendo homem, Tenha uma boa mulher, E que sendo mulher, Tenha um bom homem Eque se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes, E quando estiverem exaustos e sorridentes, Ainda haja amor para recomeçar. E se tudo isso acontecer, Não tenho mais nada a te desejar. Ainda sobre Victor Hugo, o testemunho do próprio sobre o fim da pena de morte em Portugal: Está pois a pena de morte abolida nesse nobre Portugal, pequeno povo que tem uma grande história. (...) Felicito a vossa nação. Portugal dá o exemplo à Europa. Desfrutai de antemão essa imensa glória. A Europa imitará Portugal. Morte à morte! Guerra à guerra! Viva a vida! Ódio ao ódio. A liberdade é uma cidade imensa da qual todos somos concidadãos. Victor Hugo, 1876, a propósito da abolição da pena de morte em Portugal (o primeiro país europeu a fazê-lo). do autor, poema retirado das Tormentas imagem do autor, Octopus e testemunho retirado da Wikipédia

sexta-feira, maio 08, 2009

Alquimia alimentar

Porque só vivemos neste corpo uma vida e, enquanto cá estamos porque não cuidar?
Ninguém o fará por nós!

domingo, maio 03, 2009

Alegria, a melhor terapia

Agradecer á Alice Duarte por ter postado no Vida de Vidro.
Fazem falta iniciativas destas por cá! Toda esta gente, na Estação Central de Antuerpia teve um dia mais feliz! O meu sorriso fica aqui, preso.
Se considera isto uma doença, o melhor é sair de mansinho pois é altamente contagioso.

quarta-feira, abril 29, 2009

Posturas, dúvidas e sos

Sem colagens patológicas e sem fundamentalismos, a psicologia clínica foi sempre o que desejei fazer, aparte de escrever para crianças. Inspirada na saúde mental e vislumbrada pelo mapeamento humano, pelo iceberg Freudiano, humanista convicta, sempre me considerei uma Rogeriana, como postura complementar. Porque originalmente e, desde os meus 15 anos, vou beber incondicionalmente à Psicanálise, a Freud, a Jung, á corrente de interpretação de dados sensoriais. A terapia Centrada no cliente é precisamente o oposto, só na medida em que é não-directiva e mais voltada á prescrutação atenta e menos á interpretação e limitação dos sentimentos e crenças do cliente. Por necessidade de ampliar as "vistinhas", passo a expressão, em termos práticos, lá vou eu aos manuais de teorias e terapias cognitivas e comportamentalistas. E creio ter criado uma certa aversão ao comportamentalismo, quando sozinho.
Aquando de um dos meus estágios, o de Saúde Mental - a orientadora era de registo psicanalista - voltei a sentir a necessidade que existe de definirmos a nossa postura profissional não-mesclada, afastada, digamos assim, de todas as outras posturas. Ao considerar-me uma apaixonada de psicanálise, vejo agora que este registo, por si só, não me tem trazido os resultados esperados, nem mesmo alicercado á postura rogeriana.
Há dias a reler Ellis e Beck, deparei-me, na sua origem, com Epicteto, com os gregos e também com Russel, com o conservadorismo. Acredito na complementaridade de terapias e não no milagre que cada uma delas pode operar. E a cautela e distancimento de cada uma na análise de resultados práticos em clínica, garante-me, se não mais, fuga ao enviesamento - que ás vezes somos quem coloca as palas á aplicação de programas de intervenção e até mesmo aos resultados obtidos - no recolhimento de dados e no processo de ganhos terapêuticos.
Dou por mim a pensar que a par com Ellis, Beck, Cautela, Mahoney, Homme, Meickenbaum, também eu me desiludo pela ausência de respostas da área psicanalítica e descubro fundamentação na multidisciplinaridade teórica e prática do pós-Freud e pós-Skinner.
A par desta afinidade, existe também, na minha forma de afirmação pessoal, uma área problemática gastroduodenal e a dúvida permanente de não saber se estou a fazer tudo o que posso e devo na prática clínica. Aconselho-me e peço orientação em algumas situações mas, antes, invoco todos os psicoterapeutas idos, como se pedir a ajuda fosse um recurso menos bem visto. Fragilidades reconhecidas. Limitações passadas ao papel. De que forma assumir as dúvidas senão mostrá-las? Socorro :) e caio, e vou em queda livre!

segunda-feira, abril 27, 2009

A tua sombra ainda és tu.

Ando á roda de mim. Centrada, se preferirem. Em processo de limpeza. De procura de equilibrio.
Aprender a viver connosco, com as nossas virtudes e defeitos, com as nossas escolhas e rejeições, com os nossos sucessos e fracassos é um processo muitas vezes doloroso, fisicamente. Gastamos energia a ocultar o que devíamos amar, entender. Tenho amigos que andam há anos á procura de si mesmos nas mais variadas florestas do pensamento. Desde Reiki, a Yoga, do Tarot á Psicanálise, passando pelo Johrei, pelo Espiritismo, por Gurdjieff, pelo Catolicismo, e os caminhos buscados são sempre iguais. Um rumo feliz existencial. Uma procura incessante. Todos os caminhos nos falam de mágoas e ressentimentos, de passados conflituosos, de permissas, de perdão, de crescimento e aceitação, de luz e de escuridão. Cabe-nos a nós encontrar ferramentas pra nos conhecermos melhor. Passamos vidas inteiras a canalizar energia para ocultar de nós e/ou dos outros partes de nós perdidas, ou usamos chaves de entrada com códigos errados, tentamos portões de acesso á paz que mal ou bem, e à medida que amadurecemos, pensamos saber encontrar. Os nossos lugares de apreço, os nossos jardins, a nossa casa, os nossos entes queridos, lugares a que pertencemos mas que não nos pertencem e onde vamos buscar força pra lidar com adversidades. Os puzles continuam com peças dificeis de encaixar, sabemos que erramos mais uma vez e fazemos caminhadas cansativas sem guião, com ou sem guia, e mesmo que o tenhamos, o mestre das coordenadas, continuamos sem saber ver a nossa sombra poluída nos tantos anos percorridos. Que adianta um mestre, um guru, um anjo, uma luz se diante de nós, sozinhos e em reflexão, estamos cegos para as possibilidades de nos encontrarmos a crú? Em carne viva, na nossa pele, tal como somos? Creio que até para nós construímos máscaras que nos vão servindo para a fuga em frente...
O medo de nos olharmos no espelho da alma, esse medo maior que nos captura e nos mantém silenciosos e oprimidos, rancorosos e enraivecidos, revoltados e conformistas, apáticos e passivos mediante os nossos objectivos, as nossas relações afectivas, descentrados do que realmente importa. A limpeza que se vê no exterior esconde tanto lixo sedutor e tenebroso. O melhor é procurar ajuda se sentimos que sozinhos jamais lá chegaremos. O corpo pesa uns kilos, as mágoas e ressentimentos pesam bem mais. Vamos nos livrar dos macacos no sotão e libertá-los rumo ao seu habitat natural?
A sombra pode ser patológica, se a mantivermos cativa dos nossos preconceitos e medos.
Podemos passar uma vida a fugir e, enquanto isso produzimos doenças, não só comportamentais, também psicológicas, crónicas e terminais, sem darmos conta nunca que o fazemos.Quem percebe disto é o Dr. Emidio Carvalho. Que é especialista em Reflexologia. Porque há possibilidades dentro da possibilidade. Para quem está no Porto ou arredores, o workshop será no Hotel Tuela, dia 6 de Junho, das 12,30 ás 21h mas podes encontrar o calendário e agenda respectivas de conferências, cursos e palestras no site com o seu nome.

quinta-feira, abril 23, 2009

quinta-feira, abril 16, 2009

Urge saber ouvir

Os contadores de histórias sempre arrastaram multidões. Aconteceu o mesmo em Jerusalém há muito tempo. Quando alguém tem algo a contar sobre si mesmo ou sobre outros, real ou imaginado, mas que tantas vezes serve de lição ou guia a atitudes e acções, expectativas e condutas que tomamos diariamente, enfrentar a história, faz-nos pensar na possibilidade do self desempenhar tal papel e nas consequências que daí advenham. Os contadores de histórias de Baltar, em Paredes, Porto, contaram a história da pedra no caminho que não serviu pra fazer sopa mas pra enriquecer a quem a soube empurrar. Os obstaculos, os sacrificios são um caminho árduo mas frutífero. Onde há atalhos e pressa, não há recompensa pessoal.
Uma iniciativa a par com a necessidade de promoção da leitura.
Porque há caminhos nas letras.

segunda-feira, abril 13, 2009

Novas ditaduras culturais

Um breve excerto de entrevista de quem sabe e pra quem quer saber.

No que a vida se torna...

A infância é, por excelência, um percurso de aprendizagens, do novo, em que adquirimos as ferramentas necessárias pra crescer, por assim dizer, o kit de sobrevivência. Á medida que crescemos e trocamos impressões com amigos e família, que tomamos contacto com o mundo real dos outros, damos conta (ou não?) que nem todas são infâncias sãs. Porque o mundo está terrivelmente doente, e todos os remédios da cura que se encontram ao nosso dispôr são colocados á distância considerável do amanhã, que pode nem lá chegar.
As crianças aprendem connosco, moldam-se por imitação e depois, por conta própria, a vida os encarrega de moldar, dependendo dos caminhos trilhados, das escolhas ao longo deles, do ambiente que os rodeia. Que o homem não se faz a si mesmo, já sabemos. Somos uma multidiversidade de biologia e antropologia, sociologia, filosofia, psicologia e tantas coisas mais. Enquanto responsáveis pela educação, pelos laços afectivos e pelo desenvolvimento geral dos menores, devemos cuidar sem desmazelo, desta imensidão de dados e conhecimentos que nos são facultados, através da experiência-erro-aprendizagem. Existe uma imensa bibliografia sobre esta matéria e outras, sobre o que fazer com crianças sem infância. Deparo-me com casos (bem sei que grave é a fome e a sede sem saciação, seja de alimentos ou de afectos) gravíssimos de negligência por narcizismo, pais focados em si, centrados no seu bem estar. E é nessa era que estamos. Saciar os bens de consumo dos miudos pra atenuar a falta de tempo pra eles.
Do livro Ajudar as crianças a ultrapassar as perdas, de Brenda Mallon, extraio o seguinte:
As crianças aprendem o que vivem
Se uma criança viver com criticismo, aprende a condenar.
Se uma criança viver com hostilidade, aprende a combater.
Se uma criança viver com zombaria, aprende a ser tímida.
Se uma criança viver com vergonha, aprende a sentir culpa.
Se uma criança viver com tolerância, aprende a ser paciente.
Se uma criança viver com louvores, aprende a apreciar.
Se uma criança viver com encorajamento, aprende a confiança.
Se uma criança viver com equidade, aprende a justiça.
Se uma criança viver com segurança, aprende a ter fé.
Se uma criança viver com aprovação, aprende a gostar de si mesma.
Se uma criança viver com aceitação e amizade, aprende a encontrar amor no mundo.
A perda da infância
Quando os adultos pensam em "perda", estão, geralmente, a pensar em acontecimentos críticos da vida, como a morte ou o divórcio; porém, quando se pede ás crianças que falem das suas perdas, a extensão das suas associações é frequentemente surpreendente. As crianças falam da dor de perderem o melhor amigo, por causa de uma discussão, de parecerem tontas diante dos seus pares, de deixarem de ter a atenção dos pais depois do nascimento de um irmão mais novo ou de sentirem que perderam alguém muito importante, quando a mascote da escola morre. Na nossa "superioridade" de adultos, as mais das vezes não damos importância a estes acontecimentos ou consideramos que são atribulações menores. A nossa linguagem corporal passa a mensagem:" Ah, isso não é uma verdadeira perda, eu conheço bem as "verdadeiras perdas", como se tivessemos um conhecimento interiorde uma tabela das perdas que uma criança não pode conhecer! Mas perda é perda. O que a criança sente é a verdade real e é isto que temos de ter sempre presente, quando trabalhamos com elas.
O sofrimento da perda na infância é uma dor crua e penetrante que pode ser devastadora. Os adultos têm o benefício da experiência e do conhecimento passados, podem perspectivar a perda, mas não é esse o caso das crianças. Enquanto nós podemos ter descoberto maneiras de nos reconciliarmos com a dor - tendo descoberto estratégias para a ultrapassar, visto como outros o conseguiram ou acreditam que a dor irá passar, tal como aconteceu no passado - as crianças não possuem este reconfortante conhecimento, por muito ínfimo que possa ser. Demasiado frequentemente, nós, "as pessoas maduras", tornamo-nos insensíveis ao sofrimento que pode ocorrer na primeira fase da vida e ignoramos as profundas emoções que a perda provoca na infância.
Perder a oportunidade de olhar e ver, ouvir e perceber, de ser tocado e sentir é o mesmo que acomodar o estômago á fome, sem procura de alimento. Porque há silêncios que são gritos e não ousam espaço! Fica um alerta vermelho!

sábado, abril 11, 2009

O teatro da Neurose

O lugar para onde me retiro com os meus botões (...)
é um teatro em pleno vento, povoado de uma multitide donde saem,
como a espuma na extremidade das vagas, o murmúrio entrecortado
da palavra, os gritos, os risos, as turbilhões, as tempestades,
a repercussão dos balanços planetários e os esplendores excitados
da música. Esse teatro, que eu percorro secretamente desde os meus
mais jovens anos, sem lhe atingir as fronteiras, tem duas faces,
inseparáveis mas opostas, um direito e um avesso,
semelhantes às de uma medalha ou de um espelho.
in Les tours de Trébizonde et autres textes, NRF, Gallimard, Paris, 1983
Catherine Chabert, através da análise Freudiana, acrescenta: O novo mundo exterior fantasmático da psicose quer colocar-se no lugar da realidade exterior; pelo contrário, o da neurose gosta de se apoiar, como no jogo da criança, sobre um fragmento da realidade - um outro contra o qual se deve defender - dá-lhe uma particular importância e um sentido secreto ao qual, através de um termo nem sempre apropriado, chamamos simbólico. E acrescenta ainda: Estas considerações sublinham, uma vez mais, a dupla inscrição na realidade externa e no mundo fantasmático interno, bem como a instalação de um sistema de relações de um a outro que se define como uma relação simbólica. Esta implica uma diferenciação tópica entre consciente/pré-consciente e inconsciente que se traduz, claro está, num ter em conta a realidade exterior (através dos factores que atrás citámos: a neurose gosta de se apoiar num fragmento da realidade), ao mesmo tempo que preserva o "sentido secreto", o do teatro privado no seio do qual se desenrolam encenações fantasmáticas.
in a Psicopatologia à prova no Rorschach,, Climepsi Editores

quinta-feira, abril 09, 2009

A Violência Somos Nós!

O IPNP (Instituto de Psicologia e Neuropsicologia do Porto) tem o prazer de anunciar que se encontram abertas as inscrições para a formação "A Violência Somos Nós: Violência e Relacionamento Interpessoal", numa iniciativa em parceria com a entidade Pó De Ser, Encontros Terapêuticos.
[ Horário ]08 de Maio de 2009 :: 21:00h - 23:30h09 de Maio de 2009 :: 09:00h - 12:00h 14:00h - 18:30h
As vagas são limitadas. No sentido de efectivar a candidatura, agradecemos o envio das seguintes informações:
Nome completo; Morada; Profissão; Local de Trabalho; E-mail; Telefone/Telemóvel; Forma de Pagamento (numerário, cheque ou transferência bancária).Pagamento: Numerário, cheque ou transferência bancária [NIB: 0018 0003 1745 1857 02023]. Uma vez este recepcionado, a inscrição será confirmada. Segue em anexo a respectiva programação e prospecto publicitário, contendo todas as informações necessárias para proceder à inscrição.

quarta-feira, abril 08, 2009

Subscrevendo Savater, em forma, grau e número

A análise que vão ler diz respeito ao ensino espanhol e ás suas falhas, mas creio que todos nós que vivemos a realidade portuguesa nesta matéria, subscrevemos por inteiro a análise. Urge mudar este estado real de coisas. Estamos a criar monstros que nos devoram! Na minha opinião, claro!
Especialistas reunidos em Espanha
Aumento da violência nas escolas reflecte crise de autoridade familiar Especialistas em educação reunidos na cidade espanhola de Valência defenderam hoje que o aumento da violência escolar deve-se, em parte, a uma crise de autoridade familiar, pelo facto de os pais renunciarem a impor disciplina aos filhos, remetendo essa responsabilidade para os professores. Os participantes no encontro 'Família eEscola: um espaço de convivência', dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas. 'As crianças não encontram em casa a figura de autoridade', que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater. 'As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa', sublinhou. Para Savater, os pais continuam 'a não querer assumir qualquer autoridade', preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos 'seja alegre' e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores. No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador, 'são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os', acusa.. 'O abandono da sua responsabilidade retira aos pais a possibilidade de protestar e exigir depois. Quem não começa por tentar defender a harmonia no seu ambiente, não tem razão para depois se ir queixar', sublinha. Há professores que são 'vítimas nas mãos dos alunos'. Savater acusa igualmente as famílias de pensarem que 'ao pagar uma escola' deixa de ser necessário impor responsabilidade, alertando para a situação de muitos professores que estão 'psicologicamente esgotados' e que se transformam 'em autênticas vítimas nas mãos dos alunos'. A liberdade, afirma, 'exige uma componente de disciplina' que obriga a que os docentes não estejam desamparados e sem apoio, nomeadamente das famílias e da sociedade. 'A boa educação é cara, mas a má educação é muito mais cara', afirma, recomendando aos pais que transmitam aos seus filhos a importância da escola e a importância que é receber uma educação, 'uma oportunidade e um privilégio'. 'Em algum momento das suas vidas, as crianças vão confrontar-se com a disciplina', frisa Fernando Savater. Em conversa com jornalistas, o filósofo explicou que é essencial perceber que as crianças não são hoje mais violentas ou mais indisciplinadas do que antes; o problema é que 'têm menos respeito pela autoridade dos mais velhos'. 'Deixaram de ver os adultos como fontes de experiência e de ensinamento para os passarem a ver como uma fonte de incómodo. Isso leva-os à rebeldia', afirmou. Daí que, mais do que reformas dos códigos legislativos ou das normas em vigor, é essencial envolver toda a sociedade, admitindo Savater que 'mais vale dar uma palmada, no momento certo' do que permitir as situações que depois se criam. Como alternativa à palmada, o filósofo recomenda a supressão de privilégios e o alargamento dos deveres. Segundo Savater, as alternativas são muitas e todas ao nosso alcançe.

segunda-feira, abril 06, 2009

Amantes de fotografia

É assim. Quem concorrer pode ganhar. O ingrediente absolutamente necessário pra este concurso é a paixão pela imagem. A Olhares promove, a Fnac e a Sony patrocinam e só tu podes fazer com que tal concurso aconteça. Inscreve-te aqui.

quarta-feira, abril 01, 2009

Escrita: educação e criatividade

A psicologia está na base da arte de nos expressarmos. A escrita influencia-nos. A compreensão da escrita atinge-nos e nunca nos deixa indiferentes. Somos outros depois de qualquer leitura apreendida. A expressividade da escrita é uma forma de arte ligada aos afectos, e depende apenas deles. A Universidade do Porto oferece gratuitamente um colóquio com a presença de Mário Claúdio, amanhã, dia 2 de Abril, pelas 18h, sobre o papel da expressividade e da educação no vasto mundo da escrita. A não perder.
No ia 15 de Maio, pelas 17,30h a conferência é outra, mas da mesma importância. 3 possíveis cenários são rasurados por Michael Young quanto á educação no futuro. Valerá a pena assistir.

quarta-feira, março 04, 2009

A trama, o lago e outras coisas em agenda

Se és louco por artes e oficios, recomendo uma sarandada pelo blog. Só tens que te atrever a tremenda trama.
Clicas na parangona e entras directo, sem ticket ou passaporte.

terça-feira, março 03, 2009

É urgente ser

Dissipar a hipocrisia e gritar a verdade. A nossa.